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Recife - PE

O Perigoso e caro costume de usar a “banguela”

Caros leitores,

Hoje abordamos um tema aparentemente inofensivo, mas que traz sérios riscos para motoristas, passageiros e para o próprio veículo: o uso da chamada “banguela”. Esse termo refere-se ao hábito de descer uma ladeira ou rodar com o carro desengrenado, acreditando que isso ajuda a economizar combustível. Entretanto, essa prática, além de perigosa, pode gerar custos elevados e comprometer a segurança de quem está no veículo e dos que estão ao redor.

O Que é “banguela” e por que é um hábito perigoso?

Andar em banguela consiste em desengatar o carro e deixar o veículo rodar por inércia, sem o motor engrenado. A ideia é que, sem o motor engrenado, haja uma economia de combustível, mas essa prática é um mito. “Veículos modernos, com sistemas de injeção eletrônica, cortam o fornecimento de combustível – consumo zero – quando o carro está engrenado e sem acionamento do pedal, enquanto a banguela faz o motor continuar em marcha lenta, consumindo combustível”, afirma o instrutor de treinamento da MOBS2, João Heudis Andrade.

Além disso, a falta de controle do motor torna o carro mais perigoso, pois ele perde a estabilidade, especialmente em descidas. Os freios acabam sobrecarregados, já que o motor não está ajudando a reduzir a velocidade, o que aumenta o desgaste dos freios e representa um risco real em situações de emergência. Além disso, em condições de chuva ou estradas sinuosas, a banguela pode causar perda de controle, aumentando o risco de acidentes.

Consequências financeiras e mecânicas de usar em banguela

A prática não afeta apenas a segurança: ela também pesa no bolso. Ao sobrecarregar o sistema de freios, o desgaste é acelerado, o que requer manutenções frequentes e trocas mais rápidas de pastilhas e discos. Sem o apoio do motor, o sistema de direção perde estabilidade, o que também gera impacto no desgaste dos pneus e outros componentes de segurança. “Além do mais, o ‘primário’ e o ‘secundário’ da caixa de marchas deixam de trabalhar lubrificados, o que, com o passar do tempo, leva ao desgaste prematuro dessas peças”, atesta Heudis.

Ao longo do tempo, esses custos de manutenção aumentam significativamente, anulando qualquer suposta economia de combustível que, na verdade, sequer exista. E, como agravante, veículos que sofrem desgaste excessivo em componentes de segurança acabam desvalorizando no mercado e têm uma vida útil reduzida.

Soluções e Práticas Seguras

Para evitar esses problemas, o recomendado é manter o veículo sempre engatado, mesmo em descidas, e aproveitar o freio-motor, que ajuda a reduzir a velocidade naturalmente. “Isso vale para todos os veículos: caminhões, ônibus, particulares, motocicletas etc., conclui o João Heudis. Os motoristas também deverão ajustar a condução de acordo com as condições da via, garantindo mais estabilidade e segurança.

Como o MOBS2 e a MOBS2 School podem ajudar

Na MOBS2, entendemos a importância de promover uma condução segura e econômica, livre de práticas viciadas, como a banguela. Nosso sistema de telemetria avançado, equipado com o dispositivo M2, permite monitorar a condução em tempo real, identificando práticas como o uso de banguela e alertando os gestores. Com essas informações, é possível corrigir esses comportamentos rapidamente, protegendo tanto o motorista quanto o veículo.

Além disso, na MOBS2 School, oferecemos treinamento contínuo e personalizado que ajuda os motoristas a adotar práticas de condução seguras e eficientes. Com um módulo exclusivo focado em segurança e comportamento no trânsito, os motoristas recebem orientações específicas para evitar o uso de banguela e outros hábitos perigosos. Assim, além de evitar custos desnecessários, promovemos um ambiente de transporte mais seguro e responsável.

Junte-se a nós na MOBS2 e descubra como nossa tecnologia e nossos programas de capacitação podem transformar a segurança e a eficiência de suas operações de transporte. Para receber a newsletter e receber informações valiosas como essa, basta enviar mensagem in box ou acessar nosso formulário de contato e, qualquer dúvida, estamos à disposição para responder.

Até a próxima leitura,

Equipe MOBS2

Saúde mental, segurança e produtividade

No universo do transporte, cuidar da saúde emocional dos...

Eletrificação e Sustentabilidade: O Futuro das Frotas e o Papel das Empresas de Transporte

A eletrificação de frotas está rapidamente ganhando força em...

Caros leitores,

Hoje abordamos um tema aparentemente inofensivo, mas que traz sérios riscos para motoristas, passageiros e para o próprio veículo: o uso da chamada “banguela”. Esse termo refere-se ao hábito de descer uma ladeira ou rodar com o carro desengrenado, acreditando que isso ajuda a economizar combustível. Entretanto, essa prática, além de perigosa, pode gerar custos elevados e comprometer a segurança de quem está no veículo e dos que estão ao redor.

O Que é “banguela” e por que é um hábito perigoso?

Andar em banguela consiste em desengatar o carro e deixar o veículo rodar por inércia, sem o motor engrenado. A ideia é que, sem o motor engrenado, haja uma economia de combustível, mas essa prática é um mito. “Veículos modernos, com sistemas de injeção eletrônica, cortam o fornecimento de combustível – consumo zero – quando o carro está engrenado e sem acionamento do pedal, enquanto a banguela faz o motor continuar em marcha lenta, consumindo combustível”, afirma o instrutor de treinamento da MOBS2, João Heudis Andrade.

Além disso, a falta de controle do motor torna o carro mais perigoso, pois ele perde a estabilidade, especialmente em descidas. Os freios acabam sobrecarregados, já que o motor não está ajudando a reduzir a velocidade, o que aumenta o desgaste dos freios e representa um risco real em situações de emergência. Além disso, em condições de chuva ou estradas sinuosas, a banguela pode causar perda de controle, aumentando o risco de acidentes.

Consequências financeiras e mecânicas de usar em banguela

A prática não afeta apenas a segurança: ela também pesa no bolso. Ao sobrecarregar o sistema de freios, o desgaste é acelerado, o que requer manutenções frequentes e trocas mais rápidas de pastilhas e discos. Sem o apoio do motor, o sistema de direção perde estabilidade, o que também gera impacto no desgaste dos pneus e outros componentes de segurança. “Além do mais, o ‘primário’ e o ‘secundário’ da caixa de marchas deixam de trabalhar lubrificados, o que, com o passar do tempo, leva ao desgaste prematuro dessas peças”, atesta Heudis.

Ao longo do tempo, esses custos de manutenção aumentam significativamente, anulando qualquer suposta economia de combustível que, na verdade, sequer exista. E, como agravante, veículos que sofrem desgaste excessivo em componentes de segurança acabam desvalorizando no mercado e têm uma vida útil reduzida.

Soluções e Práticas Seguras

Para evitar esses problemas, o recomendado é manter o veículo sempre engatado, mesmo em descidas, e aproveitar o freio-motor, que ajuda a reduzir a velocidade naturalmente. “Isso vale para todos os veículos: caminhões, ônibus, particulares, motocicletas etc., conclui o João Heudis. Os motoristas também deverão ajustar a condução de acordo com as condições da via, garantindo mais estabilidade e segurança.

Como o MOBS2 e a MOBS2 School podem ajudar

Na MOBS2, entendemos a importância de promover uma condução segura e econômica, livre de práticas viciadas, como a banguela. Nosso sistema de telemetria avançado, equipado com o dispositivo M2, permite monitorar a condução em tempo real, identificando práticas como o uso de banguela e alertando os gestores. Com essas informações, é possível corrigir esses comportamentos rapidamente, protegendo tanto o motorista quanto o veículo.

Além disso, na MOBS2 School, oferecemos treinamento contínuo e personalizado que ajuda os motoristas a adotar práticas de condução seguras e eficientes. Com um módulo exclusivo focado em segurança e comportamento no trânsito, os motoristas recebem orientações específicas para evitar o uso de banguela e outros hábitos perigosos. Assim, além de evitar custos desnecessários, promovemos um ambiente de transporte mais seguro e responsável.

Junte-se a nós na MOBS2 e descubra como nossa tecnologia e nossos programas de capacitação podem transformar a segurança e a eficiência de suas operações de transporte. Para receber a newsletter e receber informações valiosas como essa, basta enviar mensagem in box ou acessar nosso formulário de contato e, qualquer dúvida, estamos à disposição para responder.

Até a próxima leitura,

Equipe MOBS2

Saúde mental, segurança e produtividade

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Eletrificação e Sustentabilidade: O Futuro das Frotas e o Papel das Empresas de Transporte

A eletrificação de frotas está rapidamente ganhando força em...

Caros leitores,

Hoje abordamos um tema aparentemente inofensivo, mas que traz sérios riscos para motoristas, passageiros e para o próprio veículo: o uso da chamada “banguela”. Esse termo refere-se ao hábito de descer uma ladeira ou rodar com o carro desengrenado, acreditando que isso ajuda a economizar combustível. Entretanto, essa prática, além de perigosa, pode gerar custos elevados e comprometer a segurança de quem está no veículo e dos que estão ao redor.

O Que é “banguela” e por que é um hábito perigoso?

Andar em banguela consiste em desengatar o carro e deixar o veículo rodar por inércia, sem o motor engrenado. A ideia é que, sem o motor engrenado, haja uma economia de combustível, mas essa prática é um mito. “Veículos modernos, com sistemas de injeção eletrônica, cortam o fornecimento de combustível – consumo zero – quando o carro está engrenado e sem acionamento do pedal, enquanto a banguela faz o motor continuar em marcha lenta, consumindo combustível”, afirma o instrutor de treinamento da MOBS2, João Heudis Andrade.

Além disso, a falta de controle do motor torna o carro mais perigoso, pois ele perde a estabilidade, especialmente em descidas. Os freios acabam sobrecarregados, já que o motor não está ajudando a reduzir a velocidade, o que aumenta o desgaste dos freios e representa um risco real em situações de emergência. Além disso, em condições de chuva ou estradas sinuosas, a banguela pode causar perda de controle, aumentando o risco de acidentes.

Consequências financeiras e mecânicas de usar em banguela

A prática não afeta apenas a segurança: ela também pesa no bolso. Ao sobrecarregar o sistema de freios, o desgaste é acelerado, o que requer manutenções frequentes e trocas mais rápidas de pastilhas e discos. Sem o apoio do motor, o sistema de direção perde estabilidade, o que também gera impacto no desgaste dos pneus e outros componentes de segurança. “Além do mais, o ‘primário’ e o ‘secundário’ da caixa de marchas deixam de trabalhar lubrificados, o que, com o passar do tempo, leva ao desgaste prematuro dessas peças”, atesta Heudis.

Ao longo do tempo, esses custos de manutenção aumentam significativamente, anulando qualquer suposta economia de combustível que, na verdade, sequer exista. E, como agravante, veículos que sofrem desgaste excessivo em componentes de segurança acabam desvalorizando no mercado e têm uma vida útil reduzida.

Soluções e Práticas Seguras

Para evitar esses problemas, o recomendado é manter o veículo sempre engatado, mesmo em descidas, e aproveitar o freio-motor, que ajuda a reduzir a velocidade naturalmente. “Isso vale para todos os veículos: caminhões, ônibus, particulares, motocicletas etc., conclui o João Heudis. Os motoristas também deverão ajustar a condução de acordo com as condições da via, garantindo mais estabilidade e segurança.

Como o MOBS2 e a MOBS2 School podem ajudar

Na MOBS2, entendemos a importância de promover uma condução segura e econômica, livre de práticas viciadas, como a banguela. Nosso sistema de telemetria avançado, equipado com o dispositivo M2, permite monitorar a condução em tempo real, identificando práticas como o uso de banguela e alertando os gestores. Com essas informações, é possível corrigir esses comportamentos rapidamente, protegendo tanto o motorista quanto o veículo.

Além disso, na MOBS2 School, oferecemos treinamento contínuo e personalizado que ajuda os motoristas a adotar práticas de condução seguras e eficientes. Com um módulo exclusivo focado em segurança e comportamento no trânsito, os motoristas recebem orientações específicas para evitar o uso de banguela e outros hábitos perigosos. Assim, além de evitar custos desnecessários, promovemos um ambiente de transporte mais seguro e responsável.

Junte-se a nós na MOBS2 e descubra como nossa tecnologia e nossos programas de capacitação podem transformar a segurança e a eficiência de suas operações de transporte. Para receber a newsletter e receber informações valiosas como essa, basta enviar mensagem in box ou acessar nosso formulário de contato e, qualquer dúvida, estamos à disposição para responder.

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O Que é “banguela” e por que é um hábito perigoso?

Andar em banguela consiste em desengatar o carro e deixar o veículo rodar por inércia, sem o motor engrenado. A ideia é que, sem o motor engrenado, haja uma economia de combustível, mas essa prática é um mito. “Veículos modernos, com sistemas de injeção eletrônica, cortam o fornecimento de combustível – consumo zero – quando o carro está engrenado e sem acionamento do pedal, enquanto a banguela faz o motor continuar em marcha lenta, consumindo combustível”, afirma o instrutor de treinamento da MOBS2, João Heudis Andrade.

Além disso, a falta de controle do motor torna o carro mais perigoso, pois ele perde a estabilidade, especialmente em descidas. Os freios acabam sobrecarregados, já que o motor não está ajudando a reduzir a velocidade, o que aumenta o desgaste dos freios e representa um risco real em situações de emergência. Além disso, em condições de chuva ou estradas sinuosas, a banguela pode causar perda de controle, aumentando o risco de acidentes.

Consequências financeiras e mecânicas de usar em banguela

A prática não afeta apenas a segurança: ela também pesa no bolso. Ao sobrecarregar o sistema de freios, o desgaste é acelerado, o que requer manutenções frequentes e trocas mais rápidas de pastilhas e discos. Sem o apoio do motor, o sistema de direção perde estabilidade, o que também gera impacto no desgaste dos pneus e outros componentes de segurança. “Além do mais, o ‘primário’ e o ‘secundário’ da caixa de marchas deixam de trabalhar lubrificados, o que, com o passar do tempo, leva ao desgaste prematuro dessas peças”, atesta Heudis.

Ao longo do tempo, esses custos de manutenção aumentam significativamente, anulando qualquer suposta economia de combustível que, na verdade, sequer exista. E, como agravante, veículos que sofrem desgaste excessivo em componentes de segurança acabam desvalorizando no mercado e têm uma vida útil reduzida.

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Para evitar esses problemas, o recomendado é manter o veículo sempre engatado, mesmo em descidas, e aproveitar o freio-motor, que ajuda a reduzir a velocidade naturalmente. “Isso vale para todos os veículos: caminhões, ônibus, particulares, motocicletas etc., conclui o João Heudis. Os motoristas também deverão ajustar a condução de acordo com as condições da via, garantindo mais estabilidade e segurança.

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Além disso, na MOBS2 School, oferecemos treinamento contínuo e personalizado que ajuda os motoristas a adotar práticas de condução seguras e eficientes. Com um módulo exclusivo focado em segurança e comportamento no trânsito, os motoristas recebem orientações específicas para evitar o uso de banguela e outros hábitos perigosos. Assim, além de evitar custos desnecessários, promovemos um ambiente de transporte mais seguro e responsável.

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